O texto abaixo é parte do Manual do Terror, escrito por Marighella, que guiou nomes e mais nomes que hoje comandam o Estado brasileiro que o está anistiando e para quem assassinar era um ato de rebeldia e poesia:
“O princípio básico estratégico da organização é o de desencadear, tanto nas cidades como no campo, um volume tal de ações, que o governo se veja obrigado a transformar a situação política do País em uma situação militar, destruindo a máquina burocrático- militar do Estado e substituindo-a pelo povo armado. A guerrilha urbana exercerá um papel tático em face da guerrilha rural, servindo de instrumento de inquietação, distração e retenção das forças armadas, para diminuir a concentração nas operações repressivas contra a guerrilha rural.”
“O princípio básico estratégico da organização é o de desencadear, tanto nas cidades como no campo, um volume tal de ações, que o governo se veja obrigado a transformar a situação política do País em uma situação militar, destruindo a máquina burocrático- militar do Estado e substituindo-a pelo povo armado. A guerrilha urbana exercerá um papel tático em face da guerrilha rural, servindo de instrumento de inquietação, distração e retenção das forças armadas, para diminuir a concentração nas operações repressivas contra a guerrilha rural.”
"O terrorismo é uma arma a que jamais o revolucionário pode renunciar"
"Ser assaltante ou terrorista é uma condição que enobrece qualquer homem honrado"
A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça concederá hoje o status de anistiado político ao assassino, terrorista, sanguinário, o guerrilheiro comunista Carlos Marighella (1911-1969), que foi líder da ALN (Ação Libertadora Nacional) e uma das mais violentas facções da guerrilha que assaltava, sequestrava e matava inocentes para impor uma ditadura socialista no Brasil. A homenagem acontecerá em Salvador, no dia dos cem anos de seu nascimento. Seus familiares não pediram reparação econômica, por vergonha e remorso pelos tantos crimes cometidos pelo terrorista. Na cerimônia, conselheiros pedirão desculpas, em nome do Estado brasileiro, pela perseguição empreendida contra o guerrilheiro.Deveriam pedir desculpas aos familiares dos inocentes que Marighella matou a sangue frio, de forma planejada. Leia mais aqui para conhecer a sua verdadeira biografia.

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