Pages

Thursday, November 10, 2011

Código Florestal: acabou a ditadura da minoria.

Em 5 de abril passado, a senadora Kátia Abreu (PSD-Tocantins) e presidente da Confederação Brasileira da Agricultura e Pecuária (CNA) liderou uma marcha de 24.000 agricultores, que vieram à Brasília apoiar as mudanças do Código Florestal. Não houve um só incidente. Houve um abraço ao Congresso, debaixo de chuva. Houve missa. Houve esclarecimento da opinião pública e dos parlamentares. Houve uma manifestação democrática, enquanto, nos bastidores, Marina Silva e as ONGS a serviço do agronegócio internacional pressionavam Antônio Palocci, então ministro, dentro do Palácio do Planalto. Aliás, o ministro que ficou rico da noite para o dia não recebeu os "ricos ruralistas", mas apenas Marina Silva e seus "capangas" dos ruralistas europeus ( o oposto de "capangas" dos ruralistas, como eles costumam chamar quem planta e cria riqueza no e para o  Brasil). 

Hoje, alguns meses depois, em esforço conjunto de produtores, parlamentares e governo federal, de forma ampla e suprapartidária, está muito próximo um acordo sobre o Código Florestal. Todos flexibilizaram. Os consensos vêm sendo construídos passo a passo, para que seja recuperada a segurança juridica no campo, com proteção ao meio ambiente e garantia de produção para um setor que responde por mais de U$ 20 bilhões de superavit na balança comercial, anualmente, além de quebrar recordes e mais recordes de produtividade. Que transformou o Brasil em país auto-suficiente em alimentos (as importações que ocorrem são frutos de acordos comerciais com vizinhos). Nada foi decidido por debaixo do pano. Os embates sobre o Código Florestal ocorreram onde devem ocorrer: no plenário da Câmara e dentro das Comissões do Senado, devendo continuar no plenário do Senado, no plenário da Câmara, chegando para sanção presidencial pronto e acabado, fruto maduro da democracia.

Assim como o MST buscava um morto, em cada confronto com a Justiça, para criar mártires como Chico Mendes, cujo sangue foi sorvido, lambusado, usado e abusado para moldar a liderança de Marina Silva, o desespero começa a tomar conta daqueles que recebem dinheiro da Europa e dos Estados Unidos para atacarem a agropecuária do Brasil. Daqueles países que destruíram todas as suas florestas e que desejam "florestas aqui, fazendas lá". Os protestos de "meia dúzia de estudantes", orquestrados por ONGS como o Greenpeace e WWF, travestis dos interesses do agronegócio internacional, buscam criar factóides, tais como o "choque" no estudante com uma pistola Taser e as ofensas de ontem contra senadores da República. Não vão conseguir. Perderam. A "meia dúzia de estudantes", com o seu "eu, eu, eu, não venceu eu" é a síntese da estupidez e imbecilidade de meia dúzia de safados, mentirosos, entreguistas, que se associaram para tentar barrar a aprovação do novo Código Florestal. Acabou a ditadura da minoria, criada por Marina Silva a partir de leis, resoluções, pareceres do seu triste tempo de ministra do Meio Ambiente e outros instrumentos de extorsão e exploração de mãos calejadas, rostos tisnados e testas suadas. Que esta senhora respeite a democracia e deixe o Brasil que produz em paz. Que vá criar o seu partido político e buscar o seu espaço pelo voto. No grito, no canetaço e por intermédido de uma campanha sórdida de mentiras apoiada por certas áreas da imprensa, nunca mais.

Da imprensa, sobre o ocorrido ontem:

O grupo de uma dúzia de estudantes que protestou ontem contra a reforma na lei florestal voltou a se manifestar, mesmo com o reforço da segurança do Senado, que não permitiu que o protesto chegasse à porta da plenária.  (Folha Poder)

Na manhã de ontem, cerca de meia dúzia de universitários se reuniram perto do corredor onde os destaques ao texto estavam sendo analisados e gritaram palavras de ordem como "não nos representa" e "Senado, vergonha nacional". O principal alvo dos protestos era a senadora Kátia Abreu (PSD-TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).  Pressionada, ela teve de deixar o Senado sob escolta. (Correio Braziliense)

A senadora Kátia Abreu precisou de escolta para sair da sala de discussão do Código Florestal. Mesmo com reforço da segurança do Senado, que no dia anterior agredira um manifestante, estudantes voltaram a protestar. (Folha de São Paulo)

Presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a senadora Kátia Abreu (PSD-TO), foi obrigada a deixar a comissão onde votava o projeto do Código Florestal protegida pela polícia do Senado, para não ser agredida por cerca de 15 estudantes da Universidade de Brasília (UnB).(Estadão)

Estudantes contrários às modificações na legislação ambiental gritavam para ela palavras de ordem como: “Não, não, não nos representa”, e “Eu, eu, Kátia Abreu não compra eu!”.(G1)

No comments:

Post a Comment

Blog Archive

Followers

Powered By Blogger

Search This Blog