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Monday, November 28, 2011

Para a golpista Marina Silva, 200 ONGS e 800 criancinhas valem mais do que 81 senadores e 513 deputados.

Marina Silva é fruto do ódio e dele se alimenta. Conta a história real que Chico Mendes, um idealista, foi empurrado a enfrentar um bandido renomado para ser assassinado e virar o mártir do movimento ecológico. A estratégia montada pelas ONGS internacionais que atuavam na Amazônia, em conluio com setores radicais da igreja, deu certo. Bastou lambuzar o sangue do seringueiro na cara feia e na alma negra de Marina Silva, financiando-a e levando-a para a política, até torná-la a Ministra do Meio Ambiente que aterrorizou o campo brasileiro com a sua perseguição descontrolada e descabida contra os agricultores e pecuaristas. Na sua gestão, Marina Silva usou a caneta como um punhal que cravou sem cessar nas costas dos trabalhadores, colocando milhares de produtores na ilegalidade e criando uma indústria de multas impagáveis. Aparelhou totalmente o ministério com os seus sicários das ONGS internacionais (ou das suas filiais brasileiras), montando um verdadeiro tribunal de exceção, sem jamais discutir com o Congresso as medidas que tomava contra o país. Até hoje, este é o seu estilo ditatorial, totalitário, messiânico. Não aceita a democracia. Julga-se acima dela. Prega o golpe contra as instituições e a desobediência às leis.

Nas discussões do Código Florestal, Marina Silva, sem partido, sem mandato e sem palanque, organizou um movimento para se manter em evidência e, a partir dele, montar o seu partido político. Criou um abaixo assinado "pelas florestas" que, na verdade, serviria para ser utilizado, futuramente, junto às autoridades eleitorais. Mobilizou artistas a peso de ouro. Contratou uma das mais caras assessorias de imprensa do Brasil. E, mais do que tudo, tentou jogar o povo brasileiro contra o Congresso Nacional, mentindo descaradamente em todos os meios de comunicação, forjando pesquisas de opinião pública fajutas, pressionando velhos companheiros que lhe deviam favores e, depois, jogando-os contra a opinião pública. Não contava Marina Silva que encontraria dois brasileiros que não se intimidam: a senadora Kátia Abreu e o deputado, agora ministro, Aldo Rebelo. Os dois conduziram as negociações, mobilizaram as forças políticas em todo o Brasil, desmontaram cada uma das mentiras  plantadas por este movimento ecoterrorista e multinacional coordenado pela ex-senadora e ex-ministra. O Código Florestal está aprovado, faltando apenas ser referendado pelo plenário do Senado e da Câmara, indo para a sanção presidencial. Ai vem o último ato desta camarilha que, atendendo interesses do agronegócio internacional, está montando para tentar impedir que a democracia concretize, na forma da lei, o que foi negociado.

Marina Silva pretende, no dia de amanhã, reunir 200 ONGS e 800 crianças para soltar mais um manifesto raivoso contra o Código Florestal, para pressionar a  Presidência da República e gerar mais um factóide contra o setor que responde por um terço dos empregos no país, por um quarto do PIB e que gerou um superavit nas contas do Brasil de mais de U$ 400 bilhões nos últimos 10 anos, garantindo a auto-suficiência de alimentos, pois exporta apenas 30% do que produz. Não é a primeira vez. No início das negociações, Marina Silva também procurou o seu velho aliado, Antônio Palocci, para tentar impedir a votação na Câmara. Não conseguiu e agora volta à carga. Esta curupira da política brasileira quer mídia, quer manchete, quer palanque. O pior é que consegue, pois uma vasta área da imprensa, que deveria ser a mais informada, prefere o discurso fácil e mentiroso do ambientalismo sonhático sem nunca ter lido o projeto do novo Código Florestal, insistindo no mantra de que haverá anistia e de que haverá desmatamento, o que já foi completamente desmentido pelo texto aprovado. Preferem reverenciar a Madre Marina de Xapuri, em vez de pesquisar, ler, estudar. Não existe em um único lugar qualquer palavra, inciso, artigo que dê margem para este tipo de interpretação. O que Marina Silva está prometendo fazer amanhã é  um desrespeito ao Congresso Nacional. É um ataque direto ao Poder Executivo, que monitorou e negociou o tempo inteiro com os parlamentares. É uma ofensa, espera-se que a última, que ela desfere contra 5.170.000 produtores rurais que só querem trabalhar e viver em paz, produzindo alimentos e preservando a natureza. O mundo está sendo arrasado por uma crise. O mundo tem um bilhão de pessoas famintas. O Brasil está passando pelo furacão porque tem uma agropecuária que bota comida boa, farta e barata na mesa do povo e bota dólar dentro dos cofres do Tesouro Nacional. Esta gentalha comandada por Marina Silva não aceita este Brasil. Mas o fato é que o mundo já não aceita mais a ditadura desta gentalha, basta ver o que está acontecendo nesta semana com o Protocolo de Kioto e com a conferência do clima em Durban. A mentira tem perna curta e cara feia. Igualzinha à Marina Silva.

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