Não foi uma nem duas vezes de que esta legítima amarra-cachorro de Franklin Martins colocou a TV pública a serviço do PT.
A jornalista Tereza Cruvinel atribuiu a saída dela da presidência da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) à pressão do Conselho Curador, que a ameaçava de impeachment. 'A presidente Dilma (Rousseff) me convidou para um segundo mandato', disse. 'Não sou insana. Achei melhor sair, porque não quero ser desqualificada. Assim que conversei com a presidente Dilma, (conselheiros) começaram a falar até em impeachment.'O que houve, disse a jornalista, 'foi uma questão de (disputa de) poder'. Segundo Tereza, que deixou ontem a presidência da EBC e deu lugar ao jornalista Nelson Breve, o conselho não é gestor e não pode querer agir como tal. 'Mandar retirar páginas da grade de programação não é seu papel', afirmou. 'O presidente e os diretores não podem ser subalternos ao conselho. Se forem, não haverá independência.' Tereza disse que sugeriu a Dilma seis mudanças na lei que criou a EBC. Uma delas é redefinir o papel do Conselho Curador. 'O conselheiro Daniel Aarão Reis Filho chegou a me dizer: 'Sua função é trabalhar; a minha é te controlar', disse Tereza. Leia mais no Estadão.

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