"Elder" FHC quer que o PSDB se transforme no "partido que se preocupa com as pessoas".É o mínimo, não é mesmo? Com todo o respeito que um ancião merece, pois eles sempre são excelentes conselheiros, isso não é papel de partido, muito menos do estado. Ninguém quer paternalismo. O que o povo quer é transparência e eficiência. A primeira para que a corrupção não leve R$ 70 bilhões por ano para o bolso de bandidos do colarinho branco e a segunda para que os impostos pagos sejam transformados em serviços de qualidade. Foi justamente o modelo paternalista do Lula, com as suas bolsas e subsídios, que impediu que o país crescesse, em pleno boom dos emergentes, abaixo de qualquer um deles, ostentando um IDH ridículo diante das riquezas e potencialidades do país.O novo PSDB deveria ouvir o novo Brasil e não o velho que acha que povo precisa de carinho, que foram os marqueteiros os responsáveis pelas derrotas tucanas e que discurso bombástico em reunião de partido, em vez de usar a tribuna do Senado, habilita alguém a ser candidato à presidência.
Da Folha de São Paulo
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso propôs até uma nova bandeira, sugerindo que os tucanos adaptem o slogan de campanha do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para se reapresentar aos eleitores. Em vez de "Yes, we can" ("Sim, nós podemos"), os tucanos deveriam adotar como lema "Yes, we care" ("Sim, nós nos preocupamos"). "O que falta é carinho, é atenção", disse o ex-presidente ao justificar sua proposta: "Temos de ser o partido que se preocupa com as pessoas, com seu bem estar". FHC falou no encerramento de um seminário promovido no Rio pelo Instituto Teotônio Vilela, vinculado ao PSDB, em que economistas e intelectuais tucanos fizeram sugestões para um novo programa partidário.

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