Segundo a Folha de São Paulo, o governo petista mantém em banho-maria desde 2003 um plano nacional de contingência contra vazamentos de petróleo de grandes dimensões. A minuta do decreto do plano começou a ser feita no início do primeiro governo Lula, conforme determinação da lei 9.966, de abril de 2000. Após o acidente com a plataforma da BP nos EUA, em abril de 2010, o plano foi retomado por um grupo de trabalho formado pelo Ministério do Meio Ambiente.
De janeiro de 2003 a 13 de maio de 2008, a ministra do Meio Ambiente foi Marina Silva. Neste período ela moveu impiedosa perseguição contra a agricultura e a pecuária do Brasil, criando regras, resoluções, medidas provisórias e leis que geraram bilhões e bilhões de multas impagáveis contra pequenos proprietários. Contra as grandes petroleiras, ela nada fez. Contra as ocupações de morros e margens de rios em cidades, ela nada fez. Marina Silva queria o voto das cidades e não da floresta. O resultado está aí, neste grande vazamento de óleo causado pela multinacional Chevron. Se Marina Silva tivesse dedicado um décimo do seu esforço em prejudicar o campo brasileiro para legislar sobre os campos de petróleo, a situação seria outra.
Hoje Marina Silva está lançando o seu partido político em São Paulo. Por que não lança na floresta e escolhe a Avenida Paulista para marcar o nascimento da legenda? Vamos ver se aparece algum jornalista para perguntar a ela por que, em mais de cinco anos de ministério do Meio Ambiente, ela nada fez para impedir o desastre ambiental que ocorre hoje, no Rio de Janeiro.
Hoje Marina Silva está lançando o seu partido político em São Paulo. Por que não lança na floresta e escolhe a Avenida Paulista para marcar o nascimento da legenda? Vamos ver se aparece algum jornalista para perguntar a ela por que, em mais de cinco anos de ministério do Meio Ambiente, ela nada fez para impedir o desastre ambiental que ocorre hoje, no Rio de Janeiro.

No comments:
Post a Comment