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Sunday, November 13, 2011

Prepotente e desumana.

A Folha de São Paulo recebe, hoje, um press-release prontinho do Planalto para plantar a imagem de "estou no comando" para Dilma Rousseff. Isto tudo logo após ela não ter tido coragem para demitir Carlos Lupi e  de ver o governador petista do seu quintal sendo salvo pelo "chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão". Ser autoritária e prepotente com subordinados é fácil. Quero ver ter autoridade e competência em relação aos aliados. Não tem. Leiam, abaixo, três historinhas da Dilma, a chefona desumana. 

Humilhando assessores... 
Dilma participava de uma reunião de vários ministérios para discutir a concessão de bolsas de estudo federais.
Um funcionário do Ministério de Ciência e Tecnologia sugeriu que fossem antecipados recursos financeiros para pagar os benefícios.
A presidente imediatamente cortou sua palavra:
- Como é que é? Você quer que eu libere agora um dinheiro para alunos que vão começar a estudar em setembro? Você acha que eu não entendo nada de execução orçamentária? Você acha que eu não entendo nada de execução financeira?
Dilma virou-se para um ministro ao seu lado e falou:
- Ele acha que eu não conheço! Sabe quando ele vai ver esse dinheiro?
E voltando-se para a frente, onde não havia ninguém:
- Tchau, dinheiro! 
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Humilhando diplomatas...
O chanceler Antonio Patriota procurou a presidente para interceder a favor do embaixador brasileiro na OEA (Organização dos Estados Americanos), Rui Casais.
Dilma convocara Casais de volta ao Brasil em abril, em resposta às críticas da organização ao tratamento de populações indígenas afetadas pela usina de Belo Monte.
Patriota pediu que ele voltasse a Washington, pois sua família estava ambientada.
A reação da presidente foi uma negativa veemente, seguida de um palavrão. O embaixador segue no Brasil. 
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Humilhando militares...
A presidente se preparava para deixar o Palácio do Planalto para um compromisso.
Tradicionalmente, o chefe da segurança presidencial, general Amaro, acompanha de perto todos os deslocamentos de Dilma, e vai no carro junto com a presidente.
Como o elevador do Palácio do Planalto estava cheio, o general não teve outra opção a não ser descer em outro, depois de Dilma.
Irritada com o ligeiro atraso do guarda-costas, que vinha correndo logo atrás, ela ordenou ao motorista:
- Pode tocar!
O carro arrancou e o general, que vinha correndo, ficou para trás, diante dos olhos incrédulos de outros assessores que viam a cena.

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